segunda-feira, 21 de julho de 2014

82 ANOS DE PASSAMENTO DE ALBERTO SANTOS DUMONT

ALBERTO SANTOS DUMONT FALECEU EM 23 DE JULHO DE 1932 – AOS 59 ANOS 23 DE JULHO DE 2014 – 82 ANOS DO SEU PASSAMENTO! Em 1931 esteve internado em casas de saúde em Biarritz, e em Orthez, no sul da França. Antônio Prado Júnior, ex-prefeito do Rio de Janeiro (então capital do Brasil), havia sido exilado pela revolução de 1930 e fora para a França. Encontrou Santos Dumont em delicado estado de saúde, o que o levou a entrar em contato com sua família e a pedir ao seu sobrinho Jorge Dumont Vilares que o fosse buscar a França. De volta ao Brasil, passam por Araxá, em Minas Gerais, Rio de Janeiro, São Paulo e finalmente instalam-se no Grand Hôtel La Plage] , no Guarujá, onde se instalou em maio de 1932. Antes, em junho de 1931 tinha sido eleito imortal da Academia Brasileira de Letras, para a cadeira 38, mas não chegou a tomar posse. Em 1932 ocorreu a revolução constitucionalista, em que o estado de São Paulo se levantou contra o governo revolucionário de Getúlio Vargas. Mas o conflito aconteceu e aviões atacaram o Campo de Marte, em São Paulo, no dia 23 de julho. Possivelmente, sobrevoaram o Guarujá, e a visão de aviões em combate pode ter causado uma angústia profunda em Santos Dumont que, nesse dia, aproveitando-se da ausência de seu sobrinho, suicidou-se, aos 59 anos de idade. Os médicos legistas Roberto Catunda e Ângelo Esmolari, que assinaram seu atestado de óbito, registraram a morte como ataque cardíaco. Entretanto, as camareiras que acharam o corpo, relataram que ele havia se enforcado com a gravata. Não deixou descendência ou nota de suicídio. Seu corpo está enterrado no Cemitério São João Batista, no Rio de Janeiro. O médico Walther Haberfield removeu secretamente seu coração e o preservou em formol.[ Depois de manter segredo sobre isto durante doze anos, quis devolver o coração à família Dumont que não o aceitou. O médico então doou o coração de Santos Dumont ao governo brasileiro. Hoje o coração está exposto no museu da Força Aérea no Campo dos Afonsos

domingo, 20 de julho de 2014

20 DE JULHO DE 1873 NASCIMENTO DE ALBERTO SANTOS DUMONT 141 ANOS DEPOIS

ALBERTO SANTOS DUMONT 141 ANOS DO SEU NASCIMENTO 20 DE JULHO DE 1873 Santos Dumont nasceu dia 20 de julho do ano de 1873 em João Aires, município de Palmira em Minas Gerais. Em Ribeirão Preto iniciou seus primeiros estudos, mais tarde matriculou-se no culto a ciências, de Campinas; depois matriculou-se no Colégio Montzon de São Paulo. Com a idade de vinte e um anos seu pai mandou-o para a Europa para aperfeiçoar seus estudos, seus pensamentos eram dominados pelo campo da mecânica; sua primeira invenção foi o balão de nome “Brasil”. No dia 19 de outubro do ano de 1901 ele ganhou o prêmio Dustche, com o seu balão número 6, no dia 13 de setembro do ano de 1906 usou o biplano “14 BIS” que subiu a uma altura bem elevada do solo. No dia 23 de outubro do ano de 1906 ele conseguiu a taça de campeão Archdeacan. Essas experiências foram feitas no ano de 1906.

quarta-feira, 9 de julho de 2014

A Bastilha e as comemorações do 14 de julho francês

A Bastilha e as comemorações do 14 de julho francês Hoje é feriado nacional na França, a Festa Nacional, como chamam os franceses. Dois acontecimentos importantes ocorreram no dia 14 de julho para o país: em 1789, a tomada da fortaleza da Bastilha e, no ano seguinte, a Festa da Federação. Você sabia que oficialmente a comemoração não é pela queda da Bastilha e sim pelo que ocorreu no ano seguinte, dia 14 de julho de 1790? Então, apesar de o senso comum afirmar que nesse dia é celebrada a queda da Bastilha, a data somente entrou para o calendário cívico francês como a comemoração da Festa da Federação. A escolha de foi realizada no final do século XIX, quando a Terceira República da França buscava consolidar o novo regime e construir um imaginário nacional próprio. Em 1880, o deputado Benjamin Raspail propôs o dia da tomada da Bastilha como data da festa nacional. Alguns parlamentares, no entanto, acreditavam que a violência que havia marcado tal episódio revolucionário – quando o povo parisiense cortou a cabeça do governador da prisão e linchou os veteranos encarregados de vigiar os prisioneiros – possuía um caráter muito polêmico. Já o 14 de julho de 1790, festejava a união nacional. Aproximadamente 100 mil soldados federados entraram em Paris e desfilaram da Bastilha ao Campo de Marte. Luís XVI, a rainha Maria Antonieta e o delfim (príncipe herdeiro) instalaram-se no pavilhão montado em frente à Escola Militar. Do outro lado, haviam erigido um arco triunfal. Nas tribunas, acotovelavam-se 260 mil parisienses. Por fim, no ponto alto da celebração, La Fayette jurou fidelidade à nação, ao rei e à lei, juramento repetido pela multidão. Luís XVI jurou fidelidade à Constituição. Um Te Deum (hino litúrgico) encerrou a jornada, que terminou em vivas e abraços. Foi esse espírito que os deputados do século XIX quiseram associar ao 14 de julho. Na memória coletiva, porém, a data sempre será lembrada como o dia em que o povo tomou a Bastilha, o maior símbolo do absolutismo francês. .

9 DE JULHO DE 1932 - 82 ANOS DA REVOLUÇÃO CONSTITUCIONALISTA

Antecedentes Após a Revolução de 1930, golpe de Estado que levou Getúlio Vargas ao poder, aumentou muito a insatisfação no estado de São Paulo. Vargas concentrou poder e nomeou interventores nos estados. Causas (oposição ao governo) No estado de São Paulo era grande a insatisfação com o governo provisório de Vargas. Os paulistas esperavam a convocação de eleições, mas dois anos se passaram e o governo provisório se mantinha. Os fazendeiros paulistas, que tinham perdido o poder após a revolução de 1930, eram os mais insatisfeitos e encabeçaram uma forte oposição ao governo Vargas. Houve também grande participação de estudantes universitários, comerciários e profissionais liberais. Reivindicações Os paulistas exigiam do governo provisório a elaboração de uma nova Constituição e a convocação de eleições para presidentes. Exigiam também, de imediato, a saída do interventor pernambucano João Alberto e a nomeação de um interventor paulista. Os paulistas também criticavam muito a forma autoritária com que Vargas vinha conduzindo a política do país. Queriam mais democracia e maior participação na vida política do Brasil. As manifestações Com Vargas não atendeu as reivindicações dos paulistas, em maio de 1932 começaram uma série de manifestações de rua contrárias ao governo Vargas. Numa destas manifestações, houve forte reação policial, ocasionando a morte de quatro estudantes (Martins, Miragaia, Dráusio e Camargo). As iniciais dos nomes destes estudantes (MMDC) transformou-se no símbolo da revolução. A Revolução Constitucionalista Em 9 de julho de 1932 teve início a Revolução Constitucionalista, que foi uma verdadeira guerra civil. Os paulistas fizeram uma grande campanha, usando jornais e rádios, conseguindo mobilizar grande parte da população. Os combates ocorreram, principalmente, no estado de São Paulo, região sul do Mato Grosso e região sul de Minas Gerais. Contando apenas com o apoio do sul do Mato Grosso, São Paulo enfrentou o poder militar do das forças armadas federais. O resultado foi a rendição e derrota paulista em 28 de setembro de 1932. Cerca de três mil brasileiros morreram em combate e mais de cinco mil ficaram feridos durante a revolução. Conclusão Embora derrotados, os paulistas conseguiram alcançar alguns objetivos. Entre eles, a Constituição que acabou sendo promulgada em julho de 1934, trazendo alguns avanços democráticos e sociais para o país.

terça-feira, 1 de julho de 2014

02 DE JULHO - COMEMORA-SE O DIA DOS BOMBEIROS DE SÃO PAULO E DO BRASIL

No dia 2 de julho de 1856, foi assinado por D.Pedro II, o decreto nr. 1.775, que regulamentava pela primeira vez o serviço de extinção de incêndios no Brasil. Nesta época, ao som do badalar dos sinos, os incêndios eram apagados "mão-a-mão", ou seja, era feita uma corrente de pessoas, ficando a primeira na beira de um poço enchendo os baldes de água e as demais, passando adiante. Neste trabalho, eram engajadas todas as pessoas, velhos, moços e até crianças. Os primeiros 10 bombeiros foram treinados a trabalhar precariamente, em um carro puxado por cavalos onde carregavam as pipas d"agua. Somente em 1887 é que os bombeiros passaram a receber equipamentos de boa qualidade, entre eles uma bomba com mangueira. Já em 1891, houve um aumento considerável no efetivo de homens, e até 50 aparelhos telefônicos foram instalados para facilitar e agilizar o serviço. Além da cavalaria, foram também adquiridas seis bicicletas para fazer a ronda. Nesta época, utilizavam-se cornetas para fazer os alarmes. Hino do Corpo de Bombeiros - São Paulo