segunda-feira, 25 de junho de 2018

29 de Junho comemoramo o dia de São Pedro


São Pedro (1a.C-67) foi apóstolo de Cristo. É tido como o fundador da Igreja Cristã em Roma. É considerado pela Igreja Católica como seu primeiro papa. As principais fontes que relatam a vida de São Pedro são os quatro Evangelhos Canônicos, pertencentes ao novo testamento. Escritos originalmente em grego, em diferentes épocas, pelos discípulos Mateus, Marcos, João e Lucas, Pedro aparece com destaque em todas as narrativas evangélicas São Pedro nasceu na Betsaida, na Galileia. Filho de Jonas e irmão do apóstolo André, seu nome de nascimento era Simão. Pescador, trabalhava com o irmão e o pai. Por indicação de João Batista, foi levado por seu irmão André, para conhecer Jesus Cristo. No primeiro encontro Jesus o chamou de Kepha, que em aramaico significava pedra, e traduzido para o grego Petros. Nessa época de seu encontro com Cristo, Pedro morava em Cafarnaum, com a família de sua mulher. Pedro foi escolhido como o chefe da cristandade aqui na terra. Jesus lhe disse: "Tu és Pedro e sobre esta pedra edificarei a minha Igreja, e as portas do inferno não prevalecerão contra ela. E eu te darei as chaves do reino dos céus e tudo o que ligares sobre a terra, será ligado também nos céus". Convertido, Pedro despontou como líder dos doze apóstolos e foi o primeiro a perceber em Jesus o filho de Deus.

quarta-feira, 13 de junho de 2018

11 de Junho comemorou-se 154 anos da Batalha do Riachuelo


Batalha Naval de Riachuelo 148 Anos Coube ao Almirante Joaquim Marques Lisboa, Visconde de Tamandaré, depois Marquês de Tamandaré, o comando das Forças Navais do Brasil em Operações de Guerra contra o Governo do Paraguai. A Marinha do Brasil representava praticamente a totalidade do Poder Naval presente no teatro de operações. O Comando-Geral dos Exércitos Aliados era exercido pelo Presidente da República da Argentina, General Bartolomeu Mitre. As Forças Navais do Brasil não estavam subordinadas a ele, de acordo com o Tratado da Tríplice Aliança. A estratégia naval adotada pelos aliados foi o bloqueio. Os rios Paraná e Paraguai eram as artérias de comunicação com o Paraguai. As Forças Navais do Brasil foram organizadas em três Divisões - uma permaneceu no Rio da Prata e as outras duas subiram o Rio Paraná para efetivar o bloqueio. Com o avanço das tropas paraguaias ao longo da margem esquerda do Paraná, na Província de Corrientes, Tamandaré resolveu designar seu Chefe do Estado-Maior o Chefe-de-Divisão (posto que correspondia a comodoro, ou almirante de uma estrela em outras Marinhas) Francisco Manuel Barroso da Silva, para comandar a força naval que estava rio acima. Barroso partiu de Montevidéu em 28 4, na Fragata Amazonas, e se juntou à força naval em Bela Vista. A primeira missão de Barroso foi um ataque à cidade de Corrientes, que estava ocupada pelos paraguaios. O desembarque ocorreu, com bom êxito, em 25 de maio. Não era possível manter a posse dessa cidade na retaguarda das tropas invasoras e foi preciso, logo depois, evacuá-la, mas o ataque deteve o avanço paraguaio para o sul, ao longo do Rio Paraná. Ficou evidente que a presença da força naval brasileira deixaria o flanco dos invasores sempre muito vulnerável. Era necessário destruí-la, e isso motivou Solano López a planejar a ação que levaria à Batalha Naval do Riachuelo. A Força Naval Brasileira que bloqueava o rio Paraná estava fundeada ao lado do Chaco, a 25 km ao sul de Corrientes e fronteiro a um monumento denominado A Coluna, ereto na margem esquerda do rio. Era composta de 11 navios, mas no dia da batalha contava só com 9; outros dois: as canhoneiras Itajái e Ivaí encontravam-se destacadas em ponto distante rio abaixo. A força era formada pela 2ª e 3ª Divisões da Esquadra. A frota composta de nove navios de guerra estava armada com 59 bocas de fogo, sendo tripulado por 1 113 fuzileiros navais e 1 174 soldados do Exército Imperial. Somavam um total de 2 287 homens. Seu comandante em chefe era o Almirante Francisco Manuel Barroso da Silva.

segunda-feira, 4 de junho de 2018

A origem da língua portuguesa


São Paulo.,20 de Julho de 2016 Estudo 1 Aula 1 Língua Portuguesa A historia da língua portuguesa é a história da evolução da língua portuguesa desde a sua origem no noroeste da península ibérica até ao presente, como língua Oficial falada em Portugal e em vários países de expressão portuguesa. Em todos os aspectos-fonética, morfologia, léxico e sintaxe – o português é essencialmente o resultado de uma evolução orgânica do Latim Vulgar traduzido por colonos romanos no século III a.c. ,com influências menores de outros idiomas. O português arcaico desenvolveu-se no século V a.c., após a queda do Império Romano e as invasões bárbaras como um dialeto românico ,o chamado galego português, que se diferenciou de outras línguas românicas ibéricas. Usado em documentos escritos desde o século IV, o galego português tornou-se uma linguagem madura no século XIII com uma rica literatura . Em 1290 foi decretado Língua Oficial do reino de Portugal pelo rei D. Dinis I .O salto para o português moderno dá-se no renascimento, sendo o Cancioneiro Geral de Garcia de Resende (1516) considerado o marco do seu inicio .A normatização da língua foi iniciada em 1536,com a criação das primeiras ,gramáticas ,por Fernão de Oliveira e João de Barros. A partir do século XVI, com a expansão da era dos descobrimentos , a história da língua portuguesa deixa de decorrer exclusivamente em Portugal, abrangendo o português europeu e o português internacional . Em 1990 foi firmado um tratado internacional com o objetivo de criar uma ortografia unificada , o Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa de 1990 ,assinado por representantes de , Angola ,Brasil, Cabo Verde, Guiné-Bissau,Guiné Equatorial, Moçambique, Portugal e São Tomé e Príncipe, Timor Leste .

segunda-feira, 28 de maio de 2018

SANTA JOANA D'ARC 30/05


SANTA JOANA D'ARC 30/05 Joana nasceu na região francesa de Lorena, em 6 de janeiro de 1412. Cresceu no meio rural, piedosa, devota e analfabeta. Assinava seu nome utilizando uma cruz. Aos treze anos, começou a viver experiências místicas. Os pais acharam que estava louca. A França vivia a guerra dos cem anos com a Inglaterra. Os franceses estavam enfraquecidos com o rei deposto e os ingleses tentando firmar seus exércitos para tomar de vez o trono. Joana, nas suas orações, recebia mensagens que exigiam que ela expulsasse os invasores, reconquistasse a cidade de Órleans e reconduzisse ao trono o rei Carlos VII. O rei só concordou em seguir os conselhos de Joana quando percebeu que ela realmente era um sinal de Deus. Deu-lhe a chefia de seus exércitos. Joana vestiu armadura de aço, empunhou como única arma uma bandeira com a cruz e os nomes de Jesus e Maria nela bordados, chamando os comandantes à luta pela pátria e por Deus. Os franceses sitiados reagiram e venceram os invasores ingleses, livrando o país da submissão. Carlos VII foi então coroado na catedral de Reims, como era tradição na realeza francesa. Quanto a Joana, foi ferida, traída e vendida para os ingleses, que decidiram julgá-la por heresia. Num processo religioso, grotesco, completamente ilegal, foi condenada à fogueira como "feiticeira, blasfema e herética". Tinha dezenove anos e morreu murmurando os nomes de Jesus e Maria, em 30 de maio de 1431. Vinte anos depois, o processo foi revisto pelo Papa Calisto III, que constatou a injustiça e a reabilitou. Joana d'Arc foi canonizada em 1920 pelo Papa Bento XV, sendo proclamada padroeira da França. Joana entrou para a história como mito. Aquela jovem camponesa de 20 anos incompletos, tendo como arma principal sua fé, tornou-se respeitada como uma grande líder. Joana D'Arc é considerada a maior heroína nacional da França. Seu nome, imagem e história estão presentes em todo o país. Mesmo tendo sido uma guerreira, ela jamais deixou de praticar sua fé em Jesus Cristo. Ó Deus, que nos alegrais com a comemoração de Santa Joana d'Arc, concedei que sejamos ajudados pelos seus méritos e iluminados pelos seus exemplos de castidade e fortaleza. Por Nosso Senhor Jesus Cristo, vosso filho, na unidade do Espírito Santo. Amém.

terça-feira, 22 de maio de 2018

24 de Maio comemora-se o dia da Infantaria


24 DE MAIO SE COMEMORA EM TODO O BRASIL O DIA DA INFANTARIA O dia 24 de assinala os 208 anos de nascimento, em Tamboril- Ceará, do Brigadeiro António de Sampaio, o Bravo dos Bravos da Batalha de Tuiutí que foi a maior batalha campal travada na América do Sul. Ele foi consagrado, pelo Decreto nº 51.429, de 13 de março de 1962, como o Patrono da Arma de Infantaria do Exército Brasileiro. Arma de Infantaria, a rainha das armas e em cujo seio ele se forjou e se destacou sobremodo como bravo e modelar líder de combate, instrutor e disciplinador da Infantaria Brasileira, à frente da qual, representada pela sua 3ª Divisão – a “Divisão Encouraçada”, teve seu glorioso encontro com a glória militar em 24 Mai 1866, na Batalha de Tuiutí, no dia do seu 56º aniversário. Ali, então, a sua 3ª Divisão se constituiu em fator decisivo para a vitória, em que pesassem os três ferimentos recebidos, que determinaram sua morte, depois de 43 dias de grandes sofrimentos, em 06 Jul 1866, a bordo do vapor "Eponina" próximo a Buenos Aires onde esteve sepultado cerca de 3 anos antes de ser exumado e retornar ao Brasil. Registre-se o fato de quatro cavalos que montou, durante a resistência a todo o custo que liderou, terem tombado por perfurações de balas e baionetas inimigas. E ainda o fato de sua heróica “Divisão Encouraçada” haver concorrido com 33% das baixas brasileiras neste dia, por haver se constituído em ponto chave da defesa aliada. Sampaio chegou de Pernambuco ao Rio Grande do Sul ao final da Revolução Farroupilha, aos 35 anos. E no comando da 8ª Companhia, destacada do 4º Batalhão de Infantaria, chegado de Pernambuco para guarnecer a fronteira em Jaguarão, ele foi enviado para a vila de Canguçu. E, segundo os historiadores General Antonio Rocha Almeida, Mallet Jobim e Hugo Ramirez, permaneceu por cerca de 4 anos na então vila de Canguçu, subordinada à Piratini, e como instrumento de consolidação da Paz de Ponche Verde, próximo da citada Piratini e de Caçapava, antigas capitais da República Rio-Grandense (1836-45). 23.05.18

terça-feira, 8 de maio de 2018

8 de maio de 2018 – 73 anos do final da segunda grande guerra mundial


O Brasil na 2 Guerra Mundial - A Força Expedicionária Brasileira na Itália (Documentário Completo) A Batalha de Monte Castelo (ou Monte Castello) foi travada ao final da Segunda Guerra Mundial, entre as tropas aliadas e as forças do Exército Alemão, que tentavam conter o seu avanço no Norte da Itália. Esta batalha marcou a presença da Força Expedicionária Brasileira (FEB) no conflito. A batalha arrastou-se por três meses, de 24 de novembro de 1944 a 21 de fevereiro de 1945, durante os quais se efetuaram seis ataques, com grande número de baixas brasileiras devido a vários fatores. Quatro dos ataques não tiveram êxito, por falhas de estratégia. O Brasil na 2 Guerra Mundial - A Força Expedicionária Brasileira na Itália (Documentário Completo) O Brasil na Segunda Guerra Mundial - FEB - Esquadrão Senta Pua A importância da Força Expedicionária Brasileira (FEB) e do 1º Grupo de Aviação de Caça da Força Aérea Brasileira os "Senta a Pua" nos conflitos do Monte Castello que decidiram a vitória das forças aliadas na segunda guerra mundial de 1943 a 1945. FEB - Canção do Expedicionário - Com Legendas Canção do Expedicionário Brasileiro, música composta especialmente para a FEB - Força Expedicionária Brasileira que embarcou para a Itália para combater contra o alemães na Segunda Guerra Mundial.

Bons Tempos

Semana da ASA em 1978 comemoração ao dia do aviador em 23 de Outubro de 1978 Base Aérea de São Paulo SP BASP