sexta-feira, 23 de junho de 2017

24/06 – Natividade de S. João Batista


24/06 – Natividade de S. João Batista São João Batista era filho de Zacarias e de Isabel, ambos de estirpe sacerdotal. Sabemos pelas palavras do Anjo Gabriel, que João (cujo nome significa “Deus é propício”) foi concebido aos dois cônjuges em idade avançada. Já vaticinado na Escritura como o percussor do Messias, João tinha o caráter forte de Elias. A sua missão de fato será semelhante “no espírito e no poder” aquela do profeta Elias, enviado para preparar5 “um povo perfeito” para o advento do Messias. A criança que vai nascer percebe a presença de Jesus “estremecendo de alegria” no ventre materno por ocasião da visita de Maria à prima Isabel. Enviado por Deus para “endireitar os caminhos do Senhor”, foi santificado pela graça divina antes mesmo que seus olhos se abrissem à luz. “Eis – diz Isabel repleta do Espírito Santo, a Maria – quando tua saudação chegou aos meus ouvidos, a criança estremeceu de alegria em meu ventre”. Conforme a cronologia sugerida pelo Anjo Gabriel (este é o sexto mês para Isabel), o nascimento do precursor foi fixado pela Igreja latina três meses após a Anunciação e seis meses antes do Natal. A celebração da Natividade do Batista é, com a do nascimento de Jesus e de Maria, a única festa litúrgica que a Igreja dedica ao nascimento de um santo. São João Batista é o primeiro santo venerado na Igreja universal com festa litúrgica particular, em data antiquíssima. Santo Agostinho nos diz que o santo era comemorado a 24 de junho na Igreja africana. A história da redenção de São João Batista está entre as personalidades mais singulares: é o último profeta e o primeiro apóstolo, enquanto precede o Messias e lhe dá testemunho. “É mais que profeta – disse ainda Jesus. É dele que está escrito: eis que envio o meu mensageiro à tua frente; ele preparará o teu caminho diante de ti”. Castigador da hipocrisia e da imoralidade pagou com o martírio o rigor moral que ele pregava. A 29 de agosto, a Igreja lembra protótipo do monge e do missionário.

segunda-feira, 12 de junho de 2017

12 DE JUNHO DIA DOS NAMORADOS NO BRASIL


Se você quer ser minha namorada Ai, que linda namorada Você poderia ser Se quiser ser somente minha Exatamente essa coisinha Essa coisa toda minha Que ninguém mais pode ser Você tem que me fazer um juramento De só ter um pensamento Ser só minha até morrer E também de não perder esse jeitinho De falar devagarzinho Essas histórias de você E de repente me fazer muito carinho E chorar bem de mansinho Sem ninguém saber porquê Porém, se mais do que minha namorada Você quer ser minha amada Minha amada, mas amada pra valer Aquela amada pelo amor predestinada Sem a qual a vida é nada Sem a qual se quer morrer Você tem que vir comigo Em meu caminho E talvez o meu caminho Seja triste pra você Os seus olhos têm que ser só dos meus olhos E os seus braços o meu ninho No silêncio de depois E você tem que ser a estrela derradeira Minha amiga e companheira No infinito de nós dois. Vinicius de Moraes

sábado, 10 de junho de 2017

11 DE JUNHO DE 2017 COMEMORA-SE 153 ANOS DA BATALHA NAVAL DO RIACHUELO


Coube ao Almirante Joaquim Marques Lisboa, Visconde de Tamandaré, depois Marquês de Tamandaré, o comando das Forças Navais do Brasil em Operações de Guerra contra o Governo do Paraguai. A Marinha do Brasil representava praticamente a totalidade do Poder Naval presente no teatro de operações. O Comando-Geral dos Exércitos Aliados era exercido pelo Presidente da República da Argentina, General Bartolomeu Mitre. As Forças Navais do Brasil não estavam subordinadas a ele, de acordo com o Tratado da Tríplice Aliança. A estratégia naval adotada pelos aliados foi o bloqueio. Os rios Paraná e Paraguai eram as artérias de comunicação com o Paraguai. As Forças Navais do Brasil foram organizadas em três Divisões - uma permaneceu no Rio da Prata e as outras duas subiram o Rio Paraná para efetivar o bloqueio. Com o avanço das tropas paraguaias ao longo da margem esquerda do Paraná, na Província de Corrientes, Tamandaré resolveu designar seu Chefe do Estado-Maior o Chefe-de-Divisão (posto que correspondia a comodoro, ou almirante de uma estrela em outras Marinhas) Francisco Manuel Barroso da Silva, para comandar a força naval que estava rio acima. Barroso partiu de Montevidéu em 28 4, na Fragata Amazonas, e se juntou à força naval em Bela Vista. A primeira missão de Barroso foi um ataque à cidade de Corrientes, que estava ocupada pelos paraguaios. O desembarque ocorreu, com bom êxito, em 25 de maio. Não era possível manter a posse dessa cidade na retaguarda das tropas invasoras e foi preciso, logo depois, evacuá-la, mas o ataque deteve o avanço paraguaio para o sul, ao longo do Rio Paraná. Ficou evidente que a presença da força naval brasileira deixaria o flanco dos invasores sempre muito vulnerável. Era necessário destruí-la, e isso motivou Solano López a planejar a ação que levaria à Batalha Naval do Riachuelo. A Força Naval Brasileira que bloqueava o rio Paraná estava fundeada ao lado do Chaco, a 25 km ao sul de Corrientes e fronteiro a um monumento denominado A Coluna, ereto na margem esquerda do rio. Era composta de 11 navios, mas no dia da batalha contava só com 9; outros dois: as canhoneiras Itajái e Ivaí encontravam-se destacadas em ponto distante rio abaixo. A força era formada pela 2ª e 3ª Divisões da Esquadra. A frota composta de nove navios de guerra estava armada com 59 bocas de fogo, sendo tripulado por 1 113 fuzileiros navais e 1 174 soldados do Exército Imperial. Somavam um total de 2 287 homens. Seu comandante em chefe era o Almirante Francisco Manuel Barroso da Silva.

sábado, 20 de maio de 2017

85 ANOS DA JUVENTUDE CONSTITUCIONALISTA DE 1932 (MMDC )


23 DE MAIO DIA DA JUVENTUDE CONSTITUCIONALISTA ( MMDC ) O dia 23 de maio é uma data muito importante para a democracia brasileira. Em 1932, quatro estudantes paulistas - Martins, Miragaia, Dráusio e Camargo - foram mortos nessa data, num confronto com a polícia, quando se manifestavam contra a ditadura de Getúlio Vargas. A morte dos quatro estudantes foi o estopim da revolta paulista contra o governo e a favor de uma Constituição. As iniciais dos nomes dos quatro estudantes, MMDC, passaram a ser o símbolo da revolta de São Paulo, que eclodiu no dia 9 de julho e passou para a história com o nome de Revolução Constitucionalista de 1932. Essa revolução foi uma espécie de revide dos grupos que tinham sido derrotados pela Revolução de 1930. Esses grupos, ligados ao Partido Republicano Paulista (PRP), defendiam a instalação imediata da Assembléia Constituinte e acusavam Getúlio Vargas de retardar a elaboração da nova Constituição do país, almejando recuperar o poder que haviam perdido com a vitória política de Vargas. O movimento MMDC mobilizou cerca de cem mil homens; a maioria era representante da classe média. Os paulistas se organizaram em frentes de combate e se posicionaram nas divisas de São Paulo com Minas Gerais, com o Paraná e no vale do Paraíba. Aguardaram em vão o apoio de outros estados. No dia 3 de outubro, as tropas paulistas se renderam diante da superioridade das forças federais. Em São Paulo, foi construído um monumento em homenagem aos quatro estudantes. Trata-se do obelisco do Ibirapuera, projetado por Oscar Niemeyer, que serve de mausoléu para seus corpos. Pode ser avistado da avenida vinte e três de Maio, que recebeu esse nome como parte da homenagem aos heróis de 1932. O dia 23 de maio foi fundamental para os revolucionários, porque o povo saiu às ruas, para lutar pela Constituição; por isso, nele se comemora o Dia da Juventude Constitucionalista. Nesse dia, recordam-se não só a participação dos jovens no movimento, como também os quatro estudantes vitimados pelos repressores. Em São Paulo, em 9 de julho, MMDC são especialmente honrados no Dia do Soldado Constitucionalista, festa que ocorre só nesse estado.

terça-feira, 9 de maio de 2017

10 DE MAIO SE COMEMORA O DIA DA CAVALARIA NO BRASIL


10 DE MAIO SE COMEMORA O DIA DA CAVALARIA NO BRASIL A Cavalaria brasileira tem sua origem ligada à organização do Regimento de Dragões Auxiliares, em Pernambuco, ao término da guerra contra os holandeses, remunerada por homens abastados, como João Fernandes Vieira. Mais tarde, na época do governo do Marquês de Pombal, criou-se, no Rio de Janeiro, o Regimento de Dragões, que visava a garantir a autoridade e o cumprimento das leis, ficando ainda em condições de acorrer, em tempo de guerra, onde necessário fosse.

quinta-feira, 4 de maio de 2017

5 DE MAIO COMEMORA-SE O DIA NACIONAL DAS COMUNICAÇÕES NO BRASIL


CÂNDIDO MARIANO DA SILVA RONDON Marechal do Exército Brasileiro Marechal da Paz Herói Nacional 5 DE MAIO COMEMORA-SE O DIA NACIONAL DAS COMUNICAÇÕES NO BRASIL Marechal Rondon (1865-1958) foi militar e sertanista brasileiro. Foi o idealizador do Parque Nacional do Xingu e Diretor do Serviço de Proteção ao Índio. Ingressou na Escola Militar do Rio de Janeiro em 1881 e depois foi transferido para a Escola Superior de Guerra. Ficou na Escola Militar até 8 de janeiro de 1890, quando foi graduado ao posto de capitão-engenheiro. Ingressou na Comissão Construtora de Linhas Telegráficas, partindo do Rio de Janeiro até Cuiabá, posteriormente de Cuiabá ao Acre. Atravessou o sertão desconhecido, na maior parte habitado por índios bororos, caiamos, terenas e guaicuru. Abriu estradas, expandiu o telégrafo e ajudou a demarcar as terras indígenas. Marechal Rondon (1865-1958) nasceu no dia 5 de maio, em Mimoso, hoje Santo Antonio de Leverger, Mato Grosso. Filho de Cândido Mariano e Claudina Lucas Evangelista, esta descendente de índios Bororos. Ficou órfão ainda criança e foi criado por um tio, que era Capitão da Guarda Nacional. Por insistência do tio, foi estudar em Cuiabá na Escola Mestre Cruz e no ano seguinte na Escola Pública Professor João B. de Albuquerque. Em 1879 entrou para o liceu Cuiabano e em 1881 formou-se professor. Em 1881 foi para a Escola Militar no Rio de Janeiro. Com autorização do Ministério da Guerra, Cândido Mariano da Silva incorporou o nome Rondon, em homenagem ao tio que lhe criou, Manuel Rodrigues da Silva Rondon. Nesse mesmo ano o Governo Imperial cria a Escola Superior de Guerra, para onde Rondon é transferido. Marechal Rondon foi indicado componente da Comissão Construtora das Linhas Telegráficas, para explorar os sertões do Mato Grosso, no ano de 1892. Casou-se no dia 1 de fevereiro e partiu para Cuiabá com a esposa. Rondon passou a cuidar dos direitos dos índios. Sua tese era esta: "Matar nunca, morrer se necessário". Em 1906 o Presidente Afonso Pena o encarregou de ligar Cuiabá ao Acre, que havia sido incorporado ao País, fechando o circuito telegráfico nacional. Em 1907 descobriu o rio Jurema. Efetuou uma expedição às margens do Amazonas junto com Teodore Roosevelt no ano de 1913. Tinha como objetivos obter material para o Museu de História Natural de Nova York e de fixar com maior precisão certos detalhes geográficos, além de definir o traçado definitivo do rio Roosevelt. Do ano de 1927 a 1930, foi responsável por inspecionar as fronteiras do Brasil, do Oiapoque até a divisa da Argentina com o Uruguai. Criou o Serviço Nacional de Proteção ao Índio e foi elogiado em 1913 pelo Congresso das Raças em Londres, ressaltando que a obra de Rondon deveria ser imitada para honra da Civilização Mundial. Recebeu o título de Civilizador do Sertão, no ano de 1939 pelo IBGE, pelo trabalho realizado junto aos índios. Foi considerado grande chefe pelos índios silvícolas, e pelos civilizados Marechal de Paz. No ano de 1956 Rondon recebeu uma grande homenagem, foi dado ao Território do Guaporé o seu nome, que hoje é denominado Estado de Rondônia. Cândido Mariano da Silva Rondon morreu no dia 19 de janeiro de 1958, no Rio de Janeiro.

segunda-feira, 1 de maio de 2017

22 DE ABRIL DE 2017 - COMEMOROU-SE 5 ANOS DA TROPA SÊNIOR AUTÔNOMA ABAETÊ


22 DE ABRIL DE 2017 - COMEMOROU-SE 5 ANOS DA TROPA SÊNIOR AUTÔNOMA ABAETÊ 5. Batalhão de Policia Militar do Estado de São Paulo Taubaté SP Foi uma honra e um grande privilégio estar presente ao 5 aniversário da Tropa Sênior Autônoma Abaetê. Foi um privilégio conhecer a Tropa seus Sênior's Guias ,Escoteiros,Escoteiras Lobinhos Senhores(as) Chefes e Dirigentes. Muito obrigado pela acolhida e o carinho e o apreço ao qual me foi dispensado por todos ,houve um momento o qual fiquei muito emocionado ocasião do " Arriamento do Pavilhão Nacional e demais Bandeiras " Eu William Saghi Chahud , estive lá !! Muito obrigado mais uma vez a todos !! Sempre Alerta Para Melhor Servir !! Data de Fundação Oficial é 21 de Abril de 2012 .

sábado, 29 de abril de 2017

19 DE ABRIL COMEMORA-SE O DIA DO ÍNDIO


19 DE ABRIL COMEMORA-SE O DIA DO ÍNDIO NO BRASIL O Dia do Índio, 19 de abril, foi criado pelo presidente Getúlio Vargas através do decreto-lei 5540 de 1943, e relembra o dia, em 1940, no qual várias lideranças indígenas do continente resolveram participar do Primeiro Congresso Indigenista Interamericano, realizado no México. Eles haviam boicotado os dias iniciais do evento, temendo que suas reivindicações não fossem ouvidas pelos "homens brancos". Durante este congresso foi criado o Instituto Indigenista Interamericano, também sediado no México, que tem como função zelar pelos direitos dos indígenas na América. O Brasil não aderiu imediatamente ao instituto, mas após a intervenção do Marechal Rondon apresentou sua adesão e instituiu o Dia do Índio no dia 19 de abril.

18 DE ABRIL DIA DO EXÉRCITO BRASILEIRO


A BATALHA DE GUARARAPES EM 19 ABRIL 1648 Em duas batalhas travadas no século 17 nos pernambucanos montes Guararapes, os luso-brasileiros derrotaram os holandeses com táticas de guerrilha. Os conflitos mudaram o destino do país De um lado, um exército organizado, com forte artilharia, munição e equipamentos para a guerra, liderados por uma superpotência. Do outro, soldados improvisados, em número muito inferior – menos de um terço da quantidade de combatentes dos inimigos. Lutavam descalços e sem camisa, munidos apenas de espadas e facões. Mas com uma vantagem: conheciam como ninguém a topografia do cenário de guerra. E acabaram impingindo uma derrota humilhante aos adversários. Descrição da Guerra do Vietnã, em que os poderosos americanos foram massacrados pelos asiáticos? Nada disso. A luta acima ocorreu em meio à lama da região entre os montes e os mangues de Jaboatão dos Guararapes, no Grande Recife. Foram duas batalhas, que estão entre as mais decisivas para o futuro da América no século 17. Em abril de 1648 e em fevereiro de 1649, os conflitos que marcaram o destino do Brasil não pareciam, à primeira vista, muito justos. A República das Províncias Unidas dos Países Baixos, mais conhecida pelo nome de sua província mais importante, a Holanda (então a maior potência naval do planeta), enfrentou um exército formado por portugueses, mazombos (descendentes de portugueses nascidos no Brasil), índios e negros. As derrotas sofridas pelos holandeses na região obrigariam, seis anos mais tarde, que eles abrissem mão de suas conquistas no Nordeste brasileiro. Por isso mesmo, não é exagero afirmar que foi ali, em Guararapes, que os habitantes da América portuguesa ajudaram a moldar aquilo que se tornaria a identidade brasileira. “Para os holandeses no século 17, Guararapes significou algo como a Guerra do Vietnã para os Estados Unidos no século 20 porque, com táticas de guerrilha mais apropriadas à região, os luso-brasileiros derrotaram um dos mais poderosos exércitos europeus”, diz o jornalista e historiador Leonardo Dantas da Silva, um dos maiores especialistas na época conhecida como Brasil Holandês, autor de Os Holandeses em Pernambuco.