sábado, 20 de maio de 2017

85 ANOS DA JUVENTUDE CONSTITUCIONALISTA DE 1932 (MMDC )


23 DE MAIO DIA DA JUVENTUDE CONSTITUCIONALISTA ( MMDC ) O dia 23 de maio é uma data muito importante para a democracia brasileira. Em 1932, quatro estudantes paulistas - Martins, Miragaia, Dráusio e Camargo - foram mortos nessa data, num confronto com a polícia, quando se manifestavam contra a ditadura de Getúlio Vargas. A morte dos quatro estudantes foi o estopim da revolta paulista contra o governo e a favor de uma Constituição. As iniciais dos nomes dos quatro estudantes, MMDC, passaram a ser o símbolo da revolta de São Paulo, que eclodiu no dia 9 de julho e passou para a história com o nome de Revolução Constitucionalista de 1932. Essa revolução foi uma espécie de revide dos grupos que tinham sido derrotados pela Revolução de 1930. Esses grupos, ligados ao Partido Republicano Paulista (PRP), defendiam a instalação imediata da Assembléia Constituinte e acusavam Getúlio Vargas de retardar a elaboração da nova Constituição do país, almejando recuperar o poder que haviam perdido com a vitória política de Vargas. O movimento MMDC mobilizou cerca de cem mil homens; a maioria era representante da classe média. Os paulistas se organizaram em frentes de combate e se posicionaram nas divisas de São Paulo com Minas Gerais, com o Paraná e no vale do Paraíba. Aguardaram em vão o apoio de outros estados. No dia 3 de outubro, as tropas paulistas se renderam diante da superioridade das forças federais. Em São Paulo, foi construído um monumento em homenagem aos quatro estudantes. Trata-se do obelisco do Ibirapuera, projetado por Oscar Niemeyer, que serve de mausoléu para seus corpos. Pode ser avistado da avenida vinte e três de Maio, que recebeu esse nome como parte da homenagem aos heróis de 1932. O dia 23 de maio foi fundamental para os revolucionários, porque o povo saiu às ruas, para lutar pela Constituição; por isso, nele se comemora o Dia da Juventude Constitucionalista. Nesse dia, recordam-se não só a participação dos jovens no movimento, como também os quatro estudantes vitimados pelos repressores. Em São Paulo, em 9 de julho, MMDC são especialmente honrados no Dia do Soldado Constitucionalista, festa que ocorre só nesse estado.

terça-feira, 9 de maio de 2017

10 DE MAIO SE COMEMORA O DIA DA CAVALARIA NO BRASIL


10 DE MAIO SE COMEMORA O DIA DA CAVALARIA NO BRASIL A Cavalaria brasileira tem sua origem ligada à organização do Regimento de Dragões Auxiliares, em Pernambuco, ao término da guerra contra os holandeses, remunerada por homens abastados, como João Fernandes Vieira. Mais tarde, na época do governo do Marquês de Pombal, criou-se, no Rio de Janeiro, o Regimento de Dragões, que visava a garantir a autoridade e o cumprimento das leis, ficando ainda em condições de acorrer, em tempo de guerra, onde necessário fosse.

quinta-feira, 4 de maio de 2017

5 DE MAIO COMEMORA-SE O DIA NACIONAL DAS COMUNICAÇÕES NO BRASIL


CÂNDIDO MARIANO DA SILVA RONDON Marechal do Exército Brasileiro Marechal da Paz Herói Nacional 5 DE MAIO COMEMORA-SE O DIA NACIONAL DAS COMUNICAÇÕES NO BRASIL Marechal Rondon (1865-1958) foi militar e sertanista brasileiro. Foi o idealizador do Parque Nacional do Xingu e Diretor do Serviço de Proteção ao Índio. Ingressou na Escola Militar do Rio de Janeiro em 1881 e depois foi transferido para a Escola Superior de Guerra. Ficou na Escola Militar até 8 de janeiro de 1890, quando foi graduado ao posto de capitão-engenheiro. Ingressou na Comissão Construtora de Linhas Telegráficas, partindo do Rio de Janeiro até Cuiabá, posteriormente de Cuiabá ao Acre. Atravessou o sertão desconhecido, na maior parte habitado por índios bororos, caiamos, terenas e guaicuru. Abriu estradas, expandiu o telégrafo e ajudou a demarcar as terras indígenas. Marechal Rondon (1865-1958) nasceu no dia 5 de maio, em Mimoso, hoje Santo Antonio de Leverger, Mato Grosso. Filho de Cândido Mariano e Claudina Lucas Evangelista, esta descendente de índios Bororos. Ficou órfão ainda criança e foi criado por um tio, que era Capitão da Guarda Nacional. Por insistência do tio, foi estudar em Cuiabá na Escola Mestre Cruz e no ano seguinte na Escola Pública Professor João B. de Albuquerque. Em 1879 entrou para o liceu Cuiabano e em 1881 formou-se professor. Em 1881 foi para a Escola Militar no Rio de Janeiro. Com autorização do Ministério da Guerra, Cândido Mariano da Silva incorporou o nome Rondon, em homenagem ao tio que lhe criou, Manuel Rodrigues da Silva Rondon. Nesse mesmo ano o Governo Imperial cria a Escola Superior de Guerra, para onde Rondon é transferido. Marechal Rondon foi indicado componente da Comissão Construtora das Linhas Telegráficas, para explorar os sertões do Mato Grosso, no ano de 1892. Casou-se no dia 1 de fevereiro e partiu para Cuiabá com a esposa. Rondon passou a cuidar dos direitos dos índios. Sua tese era esta: "Matar nunca, morrer se necessário". Em 1906 o Presidente Afonso Pena o encarregou de ligar Cuiabá ao Acre, que havia sido incorporado ao País, fechando o circuito telegráfico nacional. Em 1907 descobriu o rio Jurema. Efetuou uma expedição às margens do Amazonas junto com Teodore Roosevelt no ano de 1913. Tinha como objetivos obter material para o Museu de História Natural de Nova York e de fixar com maior precisão certos detalhes geográficos, além de definir o traçado definitivo do rio Roosevelt. Do ano de 1927 a 1930, foi responsável por inspecionar as fronteiras do Brasil, do Oiapoque até a divisa da Argentina com o Uruguai. Criou o Serviço Nacional de Proteção ao Índio e foi elogiado em 1913 pelo Congresso das Raças em Londres, ressaltando que a obra de Rondon deveria ser imitada para honra da Civilização Mundial. Recebeu o título de Civilizador do Sertão, no ano de 1939 pelo IBGE, pelo trabalho realizado junto aos índios. Foi considerado grande chefe pelos índios silvícolas, e pelos civilizados Marechal de Paz. No ano de 1956 Rondon recebeu uma grande homenagem, foi dado ao Território do Guaporé o seu nome, que hoje é denominado Estado de Rondônia. Cândido Mariano da Silva Rondon morreu no dia 19 de janeiro de 1958, no Rio de Janeiro.

segunda-feira, 1 de maio de 2017

22 DE ABRIL DE 2017 - COMEMOROU-SE 5 ANOS DA TROPA SÊNIOR AUTÔNOMA ABAETÊ


22 DE ABRIL DE 2017 - COMEMOROU-SE 5 ANOS DA TROPA SÊNIOR AUTÔNOMA ABAETÊ 5. Batalhão de Policia Militar do Estado de São Paulo Taubaté SP Foi uma honra e um grande privilégio estar presente ao 5 aniversário da Tropa Sênior Autônoma Abaetê. Foi um privilégio conhecer a Tropa seus Sênior's Guias ,Escoteiros,Escoteiras Lobinhos Senhores(as) Chefes e Dirigentes. Muito obrigado pela acolhida e o carinho e o apreço ao qual me foi dispensado por todos ,houve um momento o qual fiquei muito emocionado ocasião do " Arriamento do Pavilhão Nacional e demais Bandeiras " Eu William Saghi Chahud , estive lá !! Muito obrigado mais uma vez a todos !! Sempre Alerta Para Melhor Servir !! Data de Fundação Oficial é 21 de Abril de 2012 .

sábado, 29 de abril de 2017

19 DE ABRIL COMEMORA-SE O DIA DO ÍNDIO


19 DE ABRIL COMEMORA-SE O DIA DO ÍNDIO NO BRASIL O Dia do Índio, 19 de abril, foi criado pelo presidente Getúlio Vargas através do decreto-lei 5540 de 1943, e relembra o dia, em 1940, no qual várias lideranças indígenas do continente resolveram participar do Primeiro Congresso Indigenista Interamericano, realizado no México. Eles haviam boicotado os dias iniciais do evento, temendo que suas reivindicações não fossem ouvidas pelos "homens brancos". Durante este congresso foi criado o Instituto Indigenista Interamericano, também sediado no México, que tem como função zelar pelos direitos dos indígenas na América. O Brasil não aderiu imediatamente ao instituto, mas após a intervenção do Marechal Rondon apresentou sua adesão e instituiu o Dia do Índio no dia 19 de abril.

18 DE ABRIL DIA DO EXÉRCITO BRASILEIRO


A BATALHA DE GUARARAPES EM 19 ABRIL 1648 Em duas batalhas travadas no século 17 nos pernambucanos montes Guararapes, os luso-brasileiros derrotaram os holandeses com táticas de guerrilha. Os conflitos mudaram o destino do país De um lado, um exército organizado, com forte artilharia, munição e equipamentos para a guerra, liderados por uma superpotência. Do outro, soldados improvisados, em número muito inferior – menos de um terço da quantidade de combatentes dos inimigos. Lutavam descalços e sem camisa, munidos apenas de espadas e facões. Mas com uma vantagem: conheciam como ninguém a topografia do cenário de guerra. E acabaram impingindo uma derrota humilhante aos adversários. Descrição da Guerra do Vietnã, em que os poderosos americanos foram massacrados pelos asiáticos? Nada disso. A luta acima ocorreu em meio à lama da região entre os montes e os mangues de Jaboatão dos Guararapes, no Grande Recife. Foram duas batalhas, que estão entre as mais decisivas para o futuro da América no século 17. Em abril de 1648 e em fevereiro de 1649, os conflitos que marcaram o destino do Brasil não pareciam, à primeira vista, muito justos. A República das Províncias Unidas dos Países Baixos, mais conhecida pelo nome de sua província mais importante, a Holanda (então a maior potência naval do planeta), enfrentou um exército formado por portugueses, mazombos (descendentes de portugueses nascidos no Brasil), índios e negros. As derrotas sofridas pelos holandeses na região obrigariam, seis anos mais tarde, que eles abrissem mão de suas conquistas no Nordeste brasileiro. Por isso mesmo, não é exagero afirmar que foi ali, em Guararapes, que os habitantes da América portuguesa ajudaram a moldar aquilo que se tornaria a identidade brasileira. “Para os holandeses no século 17, Guararapes significou algo como a Guerra do Vietnã para os Estados Unidos no século 20 porque, com táticas de guerrilha mais apropriadas à região, os luso-brasileiros derrotaram um dos mais poderosos exércitos europeus”, diz o jornalista e historiador Leonardo Dantas da Silva, um dos maiores especialistas na época conhecida como Brasil Holandês, autor de Os Holandeses em Pernambuco.

sexta-feira, 28 de abril de 2017

28 DE ABRIL COMEMORA-SE OS 78 ANOS DE CRIAÇÃO DOS ESCOTEIROS DO AR NO BRASIL E NO MUNDO


Comemora-se em 28 de Abril de 2017 os 78 Anos de Criação da Federação Brasileira dos Escoteiros do Ar no Brasil e No Mundo. EM 28 DE ABRIL COMEMORA-SE O DIA DOS ESCOTEIROS DO AR NO BRASIL E NO MUNDO Escotismo Modalidade do Ar O Escotismo do Ar, não foi idealizada pelo fundador, Baden-Powell, das outras duas modalidades, básica e Modalidade do Mar, nem mesmo na Inglaterra, a Modalidade tem sua origem no Brasil. Dia 28 de abril de 1939, é oficializado o primeiro Grupo Escoteiro da Modalidade do Ar, o Grupo Escoteiro do Ar Tenente Ricardo Kirk, tendo como responsável o 1 sargente rádio Telegrafista de bordo e chefe Escoteiro Jayme Janeiro Rodriguês o Major Aviador Godofredo Vidal, o Tenente Coronel Aviador Vasco Alves Secco , na época servindo no 5º Regimento de Aviação Militar do Exército , atual CINDACTA II, em Bacaxeri Curitiba. Em 19 de abril de 1944, foi criada a Federação Brasileira de Escoteiros do Ar, a qual congregava todos Grupos Escoteiros da Modalidade, na época se restringindo aos Estados do Paraná, Rio de Janeiro , São Paulo, Mato Grosso, Santa Catarina ,Rio grande do Sul, e Minas Gerais O Brigadeiro Nero Moura, em 6 de julho de 1951, então Ministro da Aeronáutica, reconhecendo a tamanha expansão registrada e seus valiosos objetivos, entre eles o de incentivar o interesse dos jovens pela aeronáutica, determinou que todas as unidades da Força Aérea Brasileira dessem total apoio à Modalidade do Ar, o que acontece até os dias presentes. PORTARIA Número 262 de 6 de Julho de 1951 Determinações para que prestem toda a assistência as tropas escoteiras do ar propugnando facilidades e auxilio: O Ministro de Estado dos Negócios da Aeronáutica ,considerando que a Federação Brasileira de Escoteiros do Ar F. B. E. Ar é uma sociedade civil legalmente registrada e reconhecida de utilidade pública pelo Decreto número 28.357 de 11 de julho de 1950;que é a única entidade oficial dirigente do Escotismo do Ar no Brasil ,reconhecida e sob o alto patrocínio do Ministério da Aeronáutica; que é uma instituição educacional e patriótica cujo objetivo principal concorre para a formação moral, cívica,intelectual e física dos jovens entusiastas da Aviação;que,para uma perfeita consecução de seu programa educacional,necessita de uma intima cooperação entre as autoridades militares e civis e as organizações escoteiras do ar;que essa cooperação deve visar a obtenção dum eficiente preparo e desenvolvimento desses jovens numa sadia mentalidade aviatória ,mediante consentanea propaganda e instrução de futuros candidatos tão recomendáveis a formação das reservas de aeronáutica, Resolve: Determinar que os comandos de Zonas Aéreas e Diretores Gerais e de serviços e bem assim de Estabelecimentos da Aeronáutica ,prestem toda a assistência às tropas escoteiras do ar propugnando facilidades e auxilio para: a) a realização de visitas às unidades e estabelecimentos da aeronáutica; b) a organização de programas de demonstração e apresentação de equipamento educacional sintético ,filmes de instrução e outros que mais se adaptam aos programas educacionais dos escoteiros do ar; c) a realização de acampamentos de tropas escoteiras junto aos terrenos das Bases e Estabelecimentos de Aeronáutica; d) a transferência por cessão quando possível ,de material fora do tipo ,inservível e de acordo com a legislação em vigor. A F.B.E.Ar deverá credenciar seus órgãos dirigentes regionais junto aos comandos das Zonas Aéreas e estabelecer sempre entendimentos prévios para aquela assistência e para instrução que desejar ser programada. BOLETIM DO MINISTÉRIO DA AERONÁUTICA Os Comandos de Zonas Aéreas poderão designar Oficiais de Ligação entre os órgãos dirigentes da F.B.E.Ar e aqueles Comandos , a fim de melhor facilitar os entendimentos e as relacões amistosas que devem existir sempre entre as tropas escoteiras do ar e a Força Aérea Brasileira Major Brigadeiro do Ar - Nero Moura , Ministro da Aeronáutica (D.O. 11 .07.1951) Esta portaria foi reconfirmada em 1981 pelo Ten.-Brig.-do-Ar Délio Jardim de Mattos e reformulada e substituída pela portaria 914 de 29 de Setembro de 2003 pelo Ten.-Brig.-do-Ar Luis Carlos da Silva Bueno. Modalidade do Ar O Escotismo Modalidade do Ar procura desenvolver nos jovens, além dos valores da Modalidade Básica, o gosto pelo aeromodelismo, aeroplanos, pelos problemas de aeroportos, aeronavegação, aeropropulsão, pelo pára-quedismo e pelos esportes aéreos, pelo estudo da meteorologia e da cosmografia, pelo mundo aeroespacial e pela cosmonáutica, incentivando o culto das tradições da aeronáutica do país. As ênfases educativas das Modalidades do Mar e do Ar são sugeridas aos Ramos Escoteiro e Sênior. No Ramo Lobinho o desenvolvimento nas Modalidades do Mar e do Ar ocorrem sob forma de atividades especiais, especialidades, etc. No Ramo Pioneiro se reflete em Projetos de Equipes de Interesse. Observamos da Esquerda para a Direita os Três militares do Exército Brasileiro do 5 regimento de Aviação militar . Foram os Criadores e Fundadores dos Escoteiros do Ar do Brasil e do Mundo são eles: Da Esquerda para a Direita Vemos o então: 1 Sargento Rádio Telegrafista de Bordo ,JAYME JANEIRO RODRIGUÊS . O Major Aviador GODOFREDO VIDAL e o Coronel Aviador VASCO ALVES SECCO Comandante da Unidade do Exército em Bacaxeri Curitiba Paraná. Os Primeiros Escoteiros do Grupo Escoteiro do Ar Ricardo Kirk , Foram os 4 filhos do Lendário e Saudoso Chefe JAYME JANEIRO RODRIGUÊS Foram Eles : Escoteiros do Ar MILTON JANEIRO, DJALMA JANEIRO, WILSON JANEIRO e ANTONIO JANEIRO ambos os jovens filhos do então 1 Sargento Rádio Telegrafista de Bordo do Exército Brasileiro .

23 DE ABRIL COMEMORA-SE O DIA DO ESCOTEIRO MUNDIALMENTE


HISTÓRIA DO ESCOTISMO E DE SEU FUNDADOR Robert Stephenson Smyth Baden-Powell à luz a 22 de Fevereiro de 1857, (LONDRES) mentor e fundador do escotismo, logo nos primeiros passos da juventude militar, (1876) prestou exames na Academia Militar e logo em seguida por sua aplicação recebeu a patente de Alferes do Regimento de Hussardos n.º 13 e o transferiram para as Índias, então possessão inglesa e desde cedo distinguiu entre seus pares não só pelo zelo no cumprimento dos seus deveres, mas também nas habilidades desportivas e boa camaradagem, culminando em 1883, com a idade de 26 anos, ser elevado a honraria militar de Capitão e Ajudante do Regimento. Em 1893 foi escolhido para uma missão especial contra os Povos Ashanti, (Índias), pois seu Rei nativo estava levando seus discípulos e Estado Indígena a graves complicações sociais e econômicas, quando BADEN POWELL foi enviado como adido militar comandante-em-chefe de uma expedição para restabelecer a ordem dos grupos antagônicos. Marchando com seus homens, POWELL por longos 200 km através de densos bosques e florestas, varando rios caudalosos, o protagonista POWELL com seu pioneirismo aprendeu a maneira prática e útil de construir pontes, sobreviver nas florestas, ouvindo aqui e acolá, ensinamentos e ditos populares como "devagar devagarzinho se apanha o macaquinho" que veio a ser o seu ditado preferido. Engalanou-se com um chapéu de aba larga pela primeira vez na operação dos Ashanti e os nativos chamaram-lhe, por isso, "Kantankye" ou "chapéu grande" e terminada a expedição foi promovido à patente de Coronel e pouco depois se punha a caminho do que ele dizia ser "a melhor aventura da vida "A Guerra dos Matabeles, hoje Zimbabwe, a antiga Rodésia, por onde haviam um grupo de imigrantes ingleses, (colonizadores) considerados pelos nativos como invasores levando-os a sublevação com o massacre de colonos, obrigando-os ao refúgio nas montanhas, perdendo seus bens e até entes queridos. Os nativos, também em guerra, refugiaram-se nas mesmas regiões dos colonos, mas sabiam os segredos das montanhas. Havia lugares difíceis de atingir, pois as suas grandes rochas ofereciam muitos perigos e Powell foi encarregado da explorar aquelas terras, mas sua missão não era fácil, pois tinha de descobrir o paradeiro do inimigo e o que era mais difícil, como atingir suas fortalezas. Perdeu muitas noites nas expedições de exploração, mas era tão bem sucedido, que quase sempre guiava os soldados ao lugar ideal para o ataque. Desenhou mapas de grande valor na estratégia militar e foi durante esta campanha que ele se tornou conhecido como um grande explorador e os povos nativos, os Matabeles o intitularam de "Impisa", "o lobo que não dorme". O LOBO QUE NÃO DORME Mas Powell era um sorrateiro lobo e sabia que gritavam com ódio o seu nome e o ameaçavam com toda a espécie de torturas caso o capturassem e suas experiências de observação e dedução, bem como muitos dos episódios que viveu, foi por ele mais tarde aproveitados na educação dos jovens Escoteiros, os filhos do LOBO QUE NÃO DORME. Em seguida confiaram ao LOBO o comando do Regimento de Dragões 5, então em serviço na Índia e muito lastimou, mas fiel as ideais militares da FORÇA MILITAR DA INGLATERRA dedicou de corpo e alma ao novo trabalho, com entusiasmo e eficiência. Procurou que os seus soldados encontrassem a felicidade mesmo nas dificuldades e procurou conquistar-lhes rapidamente a confiança. A realização mais importante de BADEN POWELL foi seus métodos de treinamento e dedicação a estratégia militar, e dividia seis soldados em pequenas unidades de meia dúzia, gerando daí, a que nós depois no Escotismo chamaríamos Patrulhas - sob o comando de um deles - o nosso Guia de Patrulha. Aqueles que melhor desempenhassem os seus deveres tinham o privilégio de usar uma insígnia especial - uma Flor de Lis - que na bússola indica o rumo do Norte. Em 1899 POWELL regressou à Inglaterra e arquitetou outro empreendimento, sempre nas lições trazidas da Índia, em especial, o manuscrito de um pequeno livro chamado "Aids to Scouting" ("Auxiliar do Explorador") que continha as palestras que fizera aos seus soldados, com muitos exemplos de observação e dedução. Antes que o livro fosse publicado, já ele estava de novo a caminhos da África do Sul, onde se preparava uma Guerra com os Boers. Chamara-lhe a atenção, para seu orgulho militar e de cavalheiro, que seu livro "Aids to Scounting" tinha sido adotado como compêndio na educação da juventude inglesa, e um dos precursores do escotismo, Sir William Smith, fundador da Brigada dos Rapazes, pediu a POWELL que adaptasse os métodos de exploração à formação dos jovens. POWELL sem rogar, estudou um plano e em 1907 fez um acampamento experimental na ilha de Brownsea, com duas dezenas de rapazes de todas as classes. Este acampamento foi tão bem sucedido que resolveu escrever tudo o que tinha ensinado à volta do "Fogo de Conselho". Assim nasceu o "Escotismo para Rapazes". Foi primeiro publicado em fascículos quinzenais, nos primeiros meses de 1908. Os rapazes buscavam-no por toda a parte e rapidamente formaram Patrulhas com os seus amigos. O número cresceu depressa – e pelos fins de 1908, havia 60.000 Escoteiros, causando, inclusive, problemas de ordem material, pois o LOBO QUE NÃO DORME teve que se esforçar muito para conseguir insígnias, uniformes, cartões de filiação, tamanho o sucesso alcançado pelo escotismo nos ideais fundados do grande militar BADEN POWELL. Seu movimento cresceu tanto que em 1910, compreendeu-se que o escotismo seria a obra a construir os novos cérebros e uma juventude sadia. Baden Powell vendo o crescimento do escotismo e levado por esse idealismo exonerou-se das Armas Inglesas, onde havia chegado ao galardão de Tenente-General, e em uma segunda etapa, voltou-se inteiramente a consolidação de seus ideais no escotismo. OS LOBOS NUNCA DORMEM.

23 DE ABRIL COMEMORA-SE O DIA DE SÃO JORGE SANTO CATÓLICO


São Jorge Santo Católico ,foi, de acordo com a tradição, um soldado romano no exército do imperador Diocleciano, venerado como mártir cristão. Na hagiografia, São Jorge é um dos santos mais venerados no catolicismo (tanto na Igreja Católica Romana e na Igreja Ortodoxa como também na Comunhão Anglicana). É imortalizado na lenda em que mata o dragão. É também um dos Catorze santos auxiliares. Considerado como um dos mais proeminentes santos militares, a memória de São Jorge é celebrada nos dias 23 de abril e 3 de novembro. Nestas datas, por toda a parte, comemora-se a reconstrução da igreja que lhe é dedicada, em Lida (Israel), na qual se encontram suas relíquias. A igreja foi erguida a mando do imperador romano Constantino I. São Jorge é o santo padroeiro em diversas partes do mundo tais como: (países) Inglaterra, Portugal (orago menor), Geórgia, Catalunha,Lituânia, Sérvia, Montenegro, Etiópia, e (cidades) Londres, Barcelona, Gênova, Régio da Calábria, Ferrara, Friburgo em Brisgóvia,Moscovo/Moscou e Beirute. Há uma tradição que aponta o ano 303 como ano da sua morte. Apesar de sua história se basear em documentos lendários e apócrifos(decreto gelasiano do século VI), a devoção a São Jorge se espalhou por todo o mundo. Historiadores têm debatido os detalhes exatos do nascimento de São Jorge por séculos, apesar da data de sua morte ser sujeita a pouco questionamento.[1] [2] A Enciclopédia Católica toma a posição de que não há base para duvidar da existência histórica de São Jorge, mas põe pouca convicção nas histórias fantásticas sobre ele.[3] De acordo com as lendas, Jorge teria nascido na antiga Capadócia, região do centro da Anatólia que, atualmente, faz parte da República da Turquia. Ainda criança, mudou-se para a Palestina com sua mãe após seu pai morrer em batalha. Sua mãe, ela própria originária da Palestina,Lida, possuía muitos bens e o educou com esmero. Ao atingir a adolescência, Jorge entrou para a carreira das armas, por ser a que mais satisfazia à sua natural índole combativa. Logo foi promovido a capitão do exército romano devido a sua dedicação e habilidade — qualidades que levaram o imperador a lhe conferir o título de conde da província da Capadócia. Aos 23 anos passou a residir na corte imperial em Nicomedia, exercendo a função de Tribuno Militar. Nesse tempo sua mãe faleceu e ele, tomando grande parte nas riquezas que lhe ficaram, foi-se para a corte do Imperador Diocleciano. Em 302, Diocleciano (influenciado por Galério) publicou um édito que mandava prender todo soldado romano cristão e que todos os outros deveriam oferecer sacrifícios aos deuses romanos. Jorge foi ao encontro do imperador para objetar, e perante todos declarou-se cristão. Não querendo perder um de seus melhores tribunos, o imperador tentou dissuadi-lo oferecendo-lhe terras, dinheiro e escravos. Como Jorge mantinha-se fiel ao cristianismo, o imperador tentou fazê-lo desistir da fé torturando-o de vários modos. E, após cada tortura, era levado perante o imperador, que lhe perguntava se renegaria a Jesus para adorar aos deuses romanos. Todavia, Jorge reafirmava sua fé, tendo seu martírio, aos poucos, ganhado notoriedade e muitos romanos, tomado as dores daquele jovem soldado, inclusive a mulher do imperador, que se converteu ao cristianismo. Finalmente, Diocleciano, não tendo êxito, mandou degolá-lo no dia 23 de abril de 303, em Nicomédia, na Ásia Menor. Os restos mortais de São Jorge foram transportados para Lida (Antiga Diospólis), cidade em que crescera com sua mãe. Lá ele foi sepultado, e mais tarde o imperador cristão Constantino mandou erguer suntuoso oratório aberto aos fiéis, para que a devoção ao santo fosse espalhada por todo o Oriente. Pelo século V, já havia cinco igrejas em Constantinopla dedicadas a São Jorge. Só no Egito, nos primeiros séculos após sua morte, construíram-se quatro igrejas e quarenta conventos dedicados ao mártir. Na Armênia, no Império Bizantino, no Estreito de Bósforo na Grécia, São Jorge era inscrito entre os maiores santos da Igreja Católica. Na Itália, era padroeiro da cidade de Gênova. Frederico III da Alemanha dedicou a ele uma Ordem Militar. Desde Dom Nuno Álvares Pereira, o santo é reconhecido como padroeiro de Portugal e do Exército. Na França, Gregório de Tours era conhecido por sua devoção ao santo cavaleiro; o Rei Clóvis dedicou-lhe um mosteiro, e sua esposa, Santa Clotilde, mandou erguer várias igrejas e conventos em sua honra. A Inglaterra foi o país ocidental onde a devoção ao santo teve papel mais relevante. O monarca Eduardo III colocou sob a proteção de São Jorge a Ordem da Jarreteira, fundada por ele em 1330. Por considerá-lo o protótipo dos cavaleiros medievais, o rei inglês Ricardo I, comandante de uma das primeiras Cruzadas, constituiu São Jorge padroeiro daquelas expedições que tentavam reconquistar a Terra Santa dos muçulmanos. No século XIII, a Inglaterra já celebrava o dia dedicado ao santo e, em 1348, criou a Ordem dos Cavaleiros de São Jorge. Os ingleses acabaram por adotar São Jorge como padroeiro do país, imitando os gregos, que também trazem a cruz de São Jorge na sua bandeira. Ainda durante a Grande Guerra, muitas medalhas de São Jorge foram cunhadas e oferecidas aos enfermeiros militares e às irmãs de caridade que se sacrificaram ao tomar conta dos feridos de guerra. As artes, também, divulgaram amplamente a imagem do santo. Em Paris, no Museu do Louvre, há dois quadros famosos de Rafael intitulados São Jorge e o dragão. Na Itália, existem diversos quadros célebres, como um de autoria de Donatello. A mais conhecida imagem brasileira de São Jorge seria, possivelmente, de autoria de Martinelli Conhecido como 'o grande mártir', foi martirizado no ano 303. A seu respeito contou-se muitas histórias. Fundamentos históricos temos poucos, mas o suficiente para podermos perceber que ele existiu, e que vale à pena pedir sua intercessão e imitá-lo. Pertenceu a um grupo de militares do imperador romano Diocleciano, que perseguia os cristãos. Jorge então renunciou a tudo para viver apenas sob o comando de nosso Senhor, e viver o santo Evangelho. São Jorge não queria estar a serviço de um império perseguidor e opressor dos cristãos, que era contra o amor e a verdade. Foi perseguido, preso e ameaçado. Tudo isso com o objetivo de fazê-lo renunciar ao seu amor por Jesus Cristo. São Jorge, por fim, renunciou à própria vida e acabou sendo martirizado. Uma história nos ajuda a compreender a sua imagem, onde normalmente o vemos sobre um cavalo branco, com uma lança, vencendo um dragão: Num lugar existia um dragão que oprimia um povo. Ora eram dados animais a esse dragão, e ora jovens. E a filha do rei foi sorteada. Nessa hora apareceu Jorge, cristão, que se compadeceu e foi enfrentar aquele dragão. Fez o sinal da cruz e ao combater o dragão, o venceu com uma lança. Recebeu muitos bens como recompensa, o qual distribuiu aos pobres. Verdade ou não, o mais importante é o que esta história comunica: Jorge foi um homem que em nome de Jesus, pelo poder da Cruz, viveu o bom combate da fé. Se compadeceu do povo porque foi um verdadeiro cristão. Esse é o essencial. Ele viveu sob o senhorio de Cristo e testemunhou o amor a Deus e ao próximo. Que Ele interceda para que sejamos verdadeiros guerreiros do amor São Jorge, rogai por nós!