quinta-feira, 20 de julho de 2017

144 Anos do Nascimento de ALBERTO SANTOS DUMONT Inventor do Avião no Brasil e no Mundo


20 DE JULHO COMEMORAMOS OS 144 ANOS DE NASCIMENTO DO PAI DA AVIAÇÃO BRASILEIRA E MUNDIAL " ALBERTO SANTOS DUMONT " PATRONO DA FORÇA AÉRA BRASILEIRA Alberto Santos Dumont, nascido em Palmira – MG (hoje Santos Dumont – MG), a 20 de julho de 1873, foi um engenheiro – apesar de não ter tido formação acadêmica nessa área – e pioneiro da aviação. Herdeiro de uma família de cafeicultores prósperos, interessava-se pela engenharia e logo adolescente pôde pilotar as locomotivas da fazenda de seu pai, devidamente autorizado. Também ajudava na manutenção das máquinas de café e da máquina de costura de sua mãe. Analisando o funcionamento das máquinas a vapor, das engrenagens e a transmissão das polias, aprendeu a lidar com equipamentos mecânicos. Seus avós paternos eram franceses e ele pôde se dedicar aos estudos da ciência e da mecânica vivendo em Paris. Ao contrário de outros aeronautas da época, deixava suas pesquisas como domínio público e sem registrar patentes. Ele foi o primeiro a decolar a bordo de um avião, impulsionado por um motor aeronáutico, apesar de alguns países considerarem os Irmãos Wright como os inventores do avião, por uma decolagem ocorrida em 17 de dezembro de 1903. Santos Dumont foi o primeiro a cumprir um circuito pré-estabelecido sob testemunho oficial de especialistas, jornalistas e da população parisiense. Em 23 de outubro de 1906, voou cerca de 60 metros e a uma altura de 2 a 3 metros com seu 14 Bis, no Campo de Bagatelle em Paris. Menos de um mês depois, repetiu o feito e, diante de uma multidão de testemunhas, percorreu 220 metros a uma altura de 6 metros.

144 Anos do Nascimento de ALBERTO SANTOS DUMONT o Pai da Aviação Brasileira e Mundial


sábado, 1 de julho de 2017

02 de Julho comemora-se o dia dos Bombeiros


A data foi decretada oficial no Brasil no ano de 2017, e hoje já somam cento e sessenta e um anos de existência. Os primeiros registros dos serviços do Corpo de Bombeiro no Brasil surgiram no ano de 1856, quando o imperador D. Pedro II assinou um decreto que caracterizava a diminuição dos incêndios. Antes da criação dessa corporação, as pessoas apagavam os incêndios contando com a ajuda de vizinhos e amigos, além de contar com a boa sorte de se encontrar água em abundância na localidade. As latas iam passando de mão em mão, até chegaram ao local do incêndio, de forma bem simples e arriscada, podendo causar maiores danos, em razão da falta de preparo das pessoas. Hino do Corpo de Bombeiros - São Paulo

quinta-feira, 29 de junho de 2017

29 de Junho comemora-se o dia de São Pedro


São Pedro (1a.C-67) foi apóstolo de Cristo. É tido como o fundador da Igreja Cristã em Roma. É considerado pela Igreja Católica como seu primeiro papa. As principais fontes que relatam a vida de São Pedro são os quatro Evangelhos Canônicos, pertencentes ao novo testamento. Escritos originalmente em grego, em diferentes épocas, pelos discípulos Mateus, Marcos, João e Lucas, Pedro aparece com destaque em todas as narrativas evangélicas São Pedro nasceu na Betsaida, na Galileia. Filho de Jonas e irmão do apóstolo André, seu nome de nascimento era Simão. Pescador, trabalhava com o irmão e o pai. Por indicação de João Batista, foi levado por seu irmão André, para conhecer Jesus Cristo. No primeiro encontro Jesus o chamou de Kepha, que em aramaico significava pedra, e traduzido para o grego Petros. Nessa época de seu encontro com Cristo, Pedro morava em Cafarnaum, com a família de sua mulher. Pedro foi escolhido como o chefe da cristandade aqui na terra. Jesus lhe disse: "Tu és Pedro e sobre esta pedra edificarei a minha Igreja, e as portas do inferno não prevalecerão contra ela. E eu te darei as chaves do reino dos céus e tudo o que ligares sobre a terra, será ligado também nos céus". Convertido, Pedro despontou como líder dos doze apóstolos e foi o primeiro a perceber em Jesus o filho de Deus.

sexta-feira, 23 de junho de 2017

24/06 – Natividade de S. João Batista


24/06 – Natividade de S. João Batista São João Batista era filho de Zacarias e de Isabel, ambos de estirpe sacerdotal. Sabemos pelas palavras do Anjo Gabriel, que João (cujo nome significa “Deus é propício”) foi concebido aos dois cônjuges em idade avançada. Já vaticinado na Escritura como o percussor do Messias, João tinha o caráter forte de Elias. A sua missão de fato será semelhante “no espírito e no poder” aquela do profeta Elias, enviado para preparar5 “um povo perfeito” para o advento do Messias. A criança que vai nascer percebe a presença de Jesus “estremecendo de alegria” no ventre materno por ocasião da visita de Maria à prima Isabel. Enviado por Deus para “endireitar os caminhos do Senhor”, foi santificado pela graça divina antes mesmo que seus olhos se abrissem à luz. “Eis – diz Isabel repleta do Espírito Santo, a Maria – quando tua saudação chegou aos meus ouvidos, a criança estremeceu de alegria em meu ventre”. Conforme a cronologia sugerida pelo Anjo Gabriel (este é o sexto mês para Isabel), o nascimento do precursor foi fixado pela Igreja latina três meses após a Anunciação e seis meses antes do Natal. A celebração da Natividade do Batista é, com a do nascimento de Jesus e de Maria, a única festa litúrgica que a Igreja dedica ao nascimento de um santo. São João Batista é o primeiro santo venerado na Igreja universal com festa litúrgica particular, em data antiquíssima. Santo Agostinho nos diz que o santo era comemorado a 24 de junho na Igreja africana. A história da redenção de São João Batista está entre as personalidades mais singulares: é o último profeta e o primeiro apóstolo, enquanto precede o Messias e lhe dá testemunho. “É mais que profeta – disse ainda Jesus. É dele que está escrito: eis que envio o meu mensageiro à tua frente; ele preparará o teu caminho diante de ti”. Castigador da hipocrisia e da imoralidade pagou com o martírio o rigor moral que ele pregava. A 29 de agosto, a Igreja lembra protótipo do monge e do missionário.

segunda-feira, 12 de junho de 2017

12 DE JUNHO DIA DOS NAMORADOS NO BRASIL


Se você quer ser minha namorada Ai, que linda namorada Você poderia ser Se quiser ser somente minha Exatamente essa coisinha Essa coisa toda minha Que ninguém mais pode ser Você tem que me fazer um juramento De só ter um pensamento Ser só minha até morrer E também de não perder esse jeitinho De falar devagarzinho Essas histórias de você E de repente me fazer muito carinho E chorar bem de mansinho Sem ninguém saber porquê Porém, se mais do que minha namorada Você quer ser minha amada Minha amada, mas amada pra valer Aquela amada pelo amor predestinada Sem a qual a vida é nada Sem a qual se quer morrer Você tem que vir comigo Em meu caminho E talvez o meu caminho Seja triste pra você Os seus olhos têm que ser só dos meus olhos E os seus braços o meu ninho No silêncio de depois E você tem que ser a estrela derradeira Minha amiga e companheira No infinito de nós dois. Vinicius de Moraes

sábado, 10 de junho de 2017

11 DE JUNHO DE 2017 COMEMORA-SE 153 ANOS DA BATALHA NAVAL DO RIACHUELO


Coube ao Almirante Joaquim Marques Lisboa, Visconde de Tamandaré, depois Marquês de Tamandaré, o comando das Forças Navais do Brasil em Operações de Guerra contra o Governo do Paraguai. A Marinha do Brasil representava praticamente a totalidade do Poder Naval presente no teatro de operações. O Comando-Geral dos Exércitos Aliados era exercido pelo Presidente da República da Argentina, General Bartolomeu Mitre. As Forças Navais do Brasil não estavam subordinadas a ele, de acordo com o Tratado da Tríplice Aliança. A estratégia naval adotada pelos aliados foi o bloqueio. Os rios Paraná e Paraguai eram as artérias de comunicação com o Paraguai. As Forças Navais do Brasil foram organizadas em três Divisões - uma permaneceu no Rio da Prata e as outras duas subiram o Rio Paraná para efetivar o bloqueio. Com o avanço das tropas paraguaias ao longo da margem esquerda do Paraná, na Província de Corrientes, Tamandaré resolveu designar seu Chefe do Estado-Maior o Chefe-de-Divisão (posto que correspondia a comodoro, ou almirante de uma estrela em outras Marinhas) Francisco Manuel Barroso da Silva, para comandar a força naval que estava rio acima. Barroso partiu de Montevidéu em 28 4, na Fragata Amazonas, e se juntou à força naval em Bela Vista. A primeira missão de Barroso foi um ataque à cidade de Corrientes, que estava ocupada pelos paraguaios. O desembarque ocorreu, com bom êxito, em 25 de maio. Não era possível manter a posse dessa cidade na retaguarda das tropas invasoras e foi preciso, logo depois, evacuá-la, mas o ataque deteve o avanço paraguaio para o sul, ao longo do Rio Paraná. Ficou evidente que a presença da força naval brasileira deixaria o flanco dos invasores sempre muito vulnerável. Era necessário destruí-la, e isso motivou Solano López a planejar a ação que levaria à Batalha Naval do Riachuelo. A Força Naval Brasileira que bloqueava o rio Paraná estava fundeada ao lado do Chaco, a 25 km ao sul de Corrientes e fronteiro a um monumento denominado A Coluna, ereto na margem esquerda do rio. Era composta de 11 navios, mas no dia da batalha contava só com 9; outros dois: as canhoneiras Itajái e Ivaí encontravam-se destacadas em ponto distante rio abaixo. A força era formada pela 2ª e 3ª Divisões da Esquadra. A frota composta de nove navios de guerra estava armada com 59 bocas de fogo, sendo tripulado por 1 113 fuzileiros navais e 1 174 soldados do Exército Imperial. Somavam um total de 2 287 homens. Seu comandante em chefe era o Almirante Francisco Manuel Barroso da Silva.

sábado, 20 de maio de 2017

85 ANOS DA JUVENTUDE CONSTITUCIONALISTA DE 1932 (MMDC )


23 DE MAIO DIA DA JUVENTUDE CONSTITUCIONALISTA ( MMDC ) O dia 23 de maio é uma data muito importante para a democracia brasileira. Em 1932, quatro estudantes paulistas - Martins, Miragaia, Dráusio e Camargo - foram mortos nessa data, num confronto com a polícia, quando se manifestavam contra a ditadura de Getúlio Vargas. A morte dos quatro estudantes foi o estopim da revolta paulista contra o governo e a favor de uma Constituição. As iniciais dos nomes dos quatro estudantes, MMDC, passaram a ser o símbolo da revolta de São Paulo, que eclodiu no dia 9 de julho e passou para a história com o nome de Revolução Constitucionalista de 1932. Essa revolução foi uma espécie de revide dos grupos que tinham sido derrotados pela Revolução de 1930. Esses grupos, ligados ao Partido Republicano Paulista (PRP), defendiam a instalação imediata da Assembléia Constituinte e acusavam Getúlio Vargas de retardar a elaboração da nova Constituição do país, almejando recuperar o poder que haviam perdido com a vitória política de Vargas. O movimento MMDC mobilizou cerca de cem mil homens; a maioria era representante da classe média. Os paulistas se organizaram em frentes de combate e se posicionaram nas divisas de São Paulo com Minas Gerais, com o Paraná e no vale do Paraíba. Aguardaram em vão o apoio de outros estados. No dia 3 de outubro, as tropas paulistas se renderam diante da superioridade das forças federais. Em São Paulo, foi construído um monumento em homenagem aos quatro estudantes. Trata-se do obelisco do Ibirapuera, projetado por Oscar Niemeyer, que serve de mausoléu para seus corpos. Pode ser avistado da avenida vinte e três de Maio, que recebeu esse nome como parte da homenagem aos heróis de 1932. O dia 23 de maio foi fundamental para os revolucionários, porque o povo saiu às ruas, para lutar pela Constituição; por isso, nele se comemora o Dia da Juventude Constitucionalista. Nesse dia, recordam-se não só a participação dos jovens no movimento, como também os quatro estudantes vitimados pelos repressores. Em São Paulo, em 9 de julho, MMDC são especialmente honrados no Dia do Soldado Constitucionalista, festa que ocorre só nesse estado.

terça-feira, 9 de maio de 2017

10 DE MAIO SE COMEMORA O DIA DA CAVALARIA NO BRASIL


10 DE MAIO SE COMEMORA O DIA DA CAVALARIA NO BRASIL A Cavalaria brasileira tem sua origem ligada à organização do Regimento de Dragões Auxiliares, em Pernambuco, ao término da guerra contra os holandeses, remunerada por homens abastados, como João Fernandes Vieira. Mais tarde, na época do governo do Marquês de Pombal, criou-se, no Rio de Janeiro, o Regimento de Dragões, que visava a garantir a autoridade e o cumprimento das leis, ficando ainda em condições de acorrer, em tempo de guerra, onde necessário fosse.