sábado, 18 de outubro de 2014

23 DE OUTUBRO COMEMORA-SE O DIA DO AVIADOR BRASILEIRO (108 ANOS )

Tarde de 23 de outubro de 1906. Campo de Bagatelle, França. A multidão está dividida. Alguns, eufóricos com a expectativa do que estava por vir. Outros, impacientes, já não acreditavam que algo de especial pudesse acontecer. Mas aconteceu. A bordo do 14 Bis, um brasileiro chamado Alberto Santos Dumont, confere a hora em seu relógio de pulso, também uma invenção sua. Verifica a direção do vento e decide fazer mais uma tentativa. Voou cerca de 60 metros a uma altura de 2 a 3 metros com seu 14 Bis. Poucos dias depois, repetiu o feito e percorreu 220 metros a uma altura de 6 metros. Este foi o primeiro vôo de um aparelho mais pesado que o ar. Os irmãos Wright, dos EUA, reclamam para si este feito. Mas, diferentemente de Santos Dumont, que fez seu vôo em um circuito pré-estabelecido sob testemunho oficial de especialistas, jornalistas e da população parisiense, os irmãos Wright realizaram seu suposto vôo em uma fazenda, sem testemunhas. Ao longo do tempo, a invenção de Santos Dumont foi se aperfeiçoando até chegar aos modernos aviões de hoje. Por seu pioneirismo e sua ousadia, Alberto Santos Dumont é considerado o Pai da Aviação, tendo recebido inúmeras honrarias por seu feito.

quinta-feira, 16 de outubro de 2014

Protocolo de Nagoya sobre Biodiversidade entra em vigor

O Protocolo de Nagoya sobre Acesso a Recursos Genéticos e a Repartição Justa e Equitativa dos Benefícios Advindos de sua Utilização (ABS), vinculado à Convenção sobre a Diversidade Biológica (CBD), entrou em vigor no início de outubro deste ano. Seu objetivo é garantir que os recursos genéticos sejam distribuídos equitativamente e utilizados de forma sustentável, a favor da conservação da diversidade biológica. O modelo do protocolo é definido segundo os princípios de livre acesso e de benefício compartilhado entre fornecedores e utilizadores de recursos genéticos de plantas, animais, bactérias ou outros organismos para diversos fins, em especial comerciais e acadêmicos. Tais benefícios podem ser financeiros ou não e incluir transferência de tecnologia, pesquisas em parceria ou atividades de treinamento. Neste processo, o consentimento prévio e o estabelecimento de acordos são necessários para que as partes se beneficiem plenamente destes recursos e sejam gerados incentivos e novas oportunidades para a conservação e a utilização sustentável da biodiversidade. O Protocolo de Nagoya ainda aborda questões relacionadas ao acesso e à repartição do uso dos conhecimentos tradicionais mantidos por comunidades indígenas associados aos recursos genéticos.